O tempo se tornou curto, supérfulo e transitório. Estamos ficando cada vez mais mecânicos e com tendências menos orgânicas.
Mas e quanto ao nosso "apetite" pela vida?
As pessoas se esquecem do que somos feitos, daquilo que nos "alimenta", do que necessitamos.
Sim, a ordem agora é o que queremos, mas enquanto ao que necessitamos?
Querer, nem sempre é poder, já que muitas vezes "quis" voar, mas nunca realmente necessitei, a vida é bem justa. Ora estamos aprendendo a andar e hora estamos caindo por termos ficado de pé, mas são nesses "tombos" que nos tornamos nós!
Será que atualmente as pessoas conseguem discernir do que sentem "fome"?
Será de amor, carinho, afeto, respeito, cumplicidade, alegria, sucesso, tranquilidade?
Temos um extenso "menu" de opções, mas nem sempre sabemos escolher, pois ficamos na indecisão entre o que queremos e o que necessitamos.
Eu cá acredito que temos que nos revisar, falo isso, pois por ora estou me revisando e enxergando meu reais "apetites" e por vezes me reeducando.
Acho valido a experiência de vida, mas acho mais valido a experiência da vida.
Que tal pensarmos juntos e montar um "cardápio" de oportunidades que serão o melhor para nós?

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