sexta-feira, 4 de junho de 2010
Quero x Preciso
Sempre queremos algo, e geralmente é para ontem!
Queremos mais e mais, mais dinheiro, mais amigos, mais amores, mais prestigio, mais sucesso, mais felicidade, mais carinho. Não que muitos desses desejos não sejam reais e necessários, mas na hora que queremos será a hora que precisamos?
Um exemplo, muitas pessoas buscam sucesso profissional, gastam horas se dedicando ao trabalho, estudam, se empenham e se frustram pois não vêem o retorno imediato do esforço praticado. Mas será que "aquela" hora que esperamos é a hora que deve ser?
Não vou usar velhos clichés de "o tempo de Deus é diferente do nosso" até ´porque acho que devemos trilhar nossos caminhos conscientes do tempo que precisamos.
Querer é uma parte importante de precisar, mas devemos querer precisando, me entendem?
Precisamos querer que algo de certo, querendo precisar da certeza de algo! confuso, mas real!
terça-feira, 1 de junho de 2010
Você tem Fome de que?
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Coração

Por definição fisiológica, coração é:
O coração é o órgão central da circulação, localizado na caixa torácica, levemente inclinado para esquerda e para baixo (mediastino médio), sendo constituído por uma massa contráctil, o miocárdio, revestido interiormente por uma membrana fina, o endocárdio, é envolvido por um saco fibro-seroso, o pericárdio.(wikipédia)
Mas o que é realmente esse orgão tão cheio de símbolos, ícones, versões e sabores?
Terra de sentimentos, de expectativas de vida, de ilusões.
Essa parte de todos nós, nos guia, nos traz alegria, nos faz chorar.
Coração esse que bate sem parar para dar-nos o dom da vida, mas que em alguns momentos parece parar para nos dar segundos eternizados pelo esplendor das emoções; o 1° beijo, a 1° paixão, a 1° vez que andamos de bicicleta, o 1° dia de escola, o 1° dia de trabalho.
Esses momentos que nos fazem sentir vivos.
Mas o coração também sofre pela perda dos que amamos, pela duvida de seguir ou não em frente, pelo remorsos de nunca ter tentado.
Esse é o orgão complexo e estimulante da humanidade que deixa seu legado através das eras com a maior recompensa de todas que é o amor.
quinta-feira, 11 de março de 2010
CHATROULETTE!
Ai é que começa a ficar engraçado, voçê pode mudar de "parceiro" ou ficar conversando, logo as pessoas mudam de "parceiro"muitas vezes, eu testei ontem e me surpreendi com a velocidade em que as pessoas apenas visualizam voçê e partem em busca de outra coisa! Claro como qualquer ferramenta da Internet tem sempre o pessoal do "bulling", das pornografias, para tanto o site disponibiliza uma função de reportar conteúdo e atitudes impróprias, me surpreendi também com a quantidade de crianças que usam esse site, embora na pagina inicial fique claro que tem que ser maior de 16 para acessar, mas quem se importa né!
para não dizer que não encontrei pessoas no mínimo civilizadas, conversei com uma garota chamada Clara de Montreal, e um rapaz chamado Damien da França. pessoas ao menos educadas, mas logo percebi que lá as pessoas querem apenas ter o poder de escolher outra opção sem nem saber o que será essa outra.
è a Internet é assim, sites afloram e se popularizam da noite para o dia!!
segunda-feira, 8 de março de 2010
Vamos falar sobre...Eros!

O texto a seguir, retirado do site BOL e da Folha on line, refere-se ao que deixamos para trás!
Parece insanidade afirmar que falta erotismo ao cotidiano do brasileiro, a quem hoje é quase vedada a possibilidade de assistir a um programa de TV que não apele para o sexo ou para imagens de mulheres nuas.
A verdade é que Eros está sendo vivenciado apenas no seu aspecto secundário, a sexualidade. Suas outras qualidades, que têm o poder de tranquilizar a alma, foram desprezadas.
Isso explica o conhecido mal-estar da sociedade contemporânea, cujos sintomas são angústia, depressão e sentimento de vazio e de infelicidade.
Em 1955, o filósofo e sociólogo alemão Herbert Marcuse (1898-1979) já alertava: a passagem do mundo infeliz para o feliz passa pela erotização de tudo à nossa volta.
O autor de "Eros e Civilização" dizia que o homem havia perdido a capacidade de gozo com os sentidos e precisava reencontrar o prazer nas coisas do mundo. Quase 50 anos depois, as idéias de Marcuse sobre Eros permanecem atuais, afirma o professor de filosofia da PUC e da FGV Antônio José Romera Valverde.
Quando falou em erotismo, Marcuse não estava se referindo à nudez feminina, a corpos perfeitamente esculpidos em academias e salas cirúrgicas ou a orgias sexuais. Ao contrário. Ele lamentava que o mundo moderno, cada vez mais racional e técnico, tivesse reduzido Eros a um impulso sexual, desvalorizando a essência do mito.
Eros, na filosofia grega, especialmente na definição de Platão, é o impulso vital do homem para a curiosidade, a ligação amorosa, a amizade e o conhecimento de si mesmo e do mundo. O pai da psicanálise, Sigmund Freud (1856-1939), manteve essa definição e foi o primeiro a ligar o mito à sexualidade, sem restringi-lo, no entanto, ao prazer genital.
"Eros em psicanálise significa uma capacidade amorosa, um sentimento amoroso de cuidar um do outro, é amor ao trabalho, às idéias", diz o psicanalista José Otávio Fagundes.
Por que, então, apenas o aspecto sexual de Eros tem encontrado espaço em nossa cultura? Porque o mito, enquanto sinônimo de paixões e desejos avassaladores, geralmente entra em choque com valores e ideais arraigados ou com a ordem social, diz o professor de filosofia da USP Mário Miranda Filho.
Pode provocar rompimentos, como mudança de emprego e de estilo de vida, ou atos de rebeldia, atitudes vistas com suspeita pelo sistema, que zela pela ordem.
Com Eros limitado à sexualidade, os outros impulsos de vida são deslocados para a produção. "Toda a nossa força erótica, vital, foi dirigida para o trabalho.
O instinto foi preterido pela razão, a intuição, desvalorizada, e aquilo que é mais íntimo ao ser humano, o seu desejo, foi transferido para objetos de consumo", observa Valverde.
"Isso é muito pouco. Podemos desejar muito mais. Temos trocado o grande Eros pelo pequeno Eros", diz a professora de história da filosofia da PUC Rachel Gazolla.
A ausência desse "grande Eros" tem provocado muitas inquietações. A busca pelos objetos do desejo -bens materiais e padrões físicos determinados pela mídia- tem incentivado aspectos egoístas no ser humano. "Ele quer ter controle de tudo e tirar proveito das relações, o que tem levado a muita angústia", comenta Fagundes.
A saída, segundo os analistas, é cuidar das relações pessoais. "O homem precisa sair de dentro de si mesmo, interagir com os outros e deixar-se afetar por eles. É mais fácil hoje alguém fazer sexo com uma pessoa do que se abrir com ela", diz o cientista social e terapeuta André Valente de Barros Barreto.
A capacidade de se relacionar, de gostar dos outros é algo que se aprende quando pequeno. A criança precisa ser amada pelos pais para experimentar esse sentimento. Pessoas que não foram amadas quando crianças desenvolvem a desconfiança. Perdem a capacidade de apreciar os prazeres simples do contato humano, das amizades, da vida familiar.
A escola é um local importante para as pessoas aprenderem a se relacionar. Mas, muitas vezes, ela acaba incentivando a competição.
A tecnologia, outra vilã, reduz cada vez mais a possibilidade de contato interpessoal. Bate-papo, namoro e sexo pelo computador substituem relacionamentos. Não é preciso se envolver. Não gostou, é só trocar de site.
Mas a capacidade amorosa é apenas um aspecto de Eros. O outro é a capacidade de questionar. "O verbo "erotan", de onde vem o nome Eros, significa amar e também perguntar", diz Gazolla. Indagar sobre as coisas à nossa volta e prestar atenção em si e nos outros são atitudes que levam a uma tomada de consciência e a um encontro com Eros.
A arte é outro instrumento poderoso. Amplia a reflexão sobre a vida e desenvolve uma capacidade poética e lúdica. A arte revigora a imaginação, ajuda a aguçar os sentidos e estimula uma relação mais sensual com todas as coisas à nossa volta.
O contato com o sol, a água, as plantas, o vento e os animais também é fundamental para a expansão de Eros. Mas não se deixe enganar pela ideologia do lazer, alerta Valverde. "Buscar o descanso apenas para repor energias que serão gastas novamente no trabalho é bem diferente de um ócio em que o erotismo pode acontecer", afirma.
Reencontrar Eros exige uma mudança de percepção do mundo. É preciso abrir mão de velhos hábitos e de atitudes mecânicas e olhar o outro com mais atenção. Mas não requer rituais ou esforços gigantescos.
ONGs que lutam pela cidadania e fazem trabalho comunitário, escolas que adotam linhas pedagógicas mais voltadas para o desenvolvimento emocional e espiritual dos alunos, pessoas que apreciam a vida, a família, os amigos, um bom prato, a natureza, as artes, que tratam bem os outros, que se preocupam com a comunidade já estão caminhando de mãos dadas com Eros.domingo, 7 de março de 2010
...OOPS..
Bom vamos aos fatos. Hoje em dia eu me sinto vivendo em um BBB, no trabalho existem todos os tipos de personagens, desde "Anamaras" até "Serginhos", no meu então nem se fala, toda a fauna BBB esta lá presente. Isso torna as coisas interessantes e por vezes absurdas mas como temos que trabalhar não há escapatória.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Esse camaleão, furacão...Lady GaGa

Será ela dissimulada?!
Bom agora a ex-sister torçe para Michel(o.O) abre o olho Tessália.....
E o que esse Michel"alf" tem de especial??
terça-feira, 2 de março de 2010
Moral?? o.O

Acabo de ver o "novo" comercial da cerveja Devassa, onde a socialite americana Paris Hilton aparece como garota propaganda, em meio a um burburinho de mantém ou não a mesma no ar, foi veiculado agora a nova versão com cortes e tarjas, agora me diga pra que?
No Carnaval tapa sexo é luxo, a moda é ficar pelado, em Brasília caráter é supérfulo, roubar é "in", Pelas catequeses afora celibato, bom isso nunca existiu. E ficam fazendo essa falsa moral em cima de uma midia pobre que vende álcool a uma maioria, digamos, simples. ah faça-me o favor.
"Brasil, mostra tua cara, quero ver quem paga pra gente ficar assim", já dizia Cazuza
É o fim???

Mais uma vez a midia trás a noticia que o grupo Pussycat Dolls, mais conhecido como PCD, chega ao fim. Conforme a agência de noticias EFE e o site UOL, as meninas Ashley Roberts e Kimberley Wyatt, insatisfeitas com o monopólio da colega Nicole Scherzinger ao microfone anunciaram a saida do grupo, cada qual seguira o seu caminho, mas segundo elas, sempre carregarão o grupo no coração. Tocante... Depois de muitos sucesso como Don't cha, Stick wiht you, when i grow up e atualmente com jay ho e hush hush (i will survive), o grupo, se realmente acabar, vai deixar saudades e muitos fãs desolados ao redor do mundo!
A arte de viver.

Todos nós. acordamos com uma única certeza, vamos dormir no fim do dia, ou as vezes até mesmo no meio dele!
E nesse entremeio é que as coisas acontecem. Trabalhamos, nos cansamos, andamos muito, sofremos com o transito, chefes, parentes, e afins..
Temos um breve tempo para almoçar, tomar um cafezinho, não que eu goste, e voltamos a "labuta" o dia passa, o tempo passa, ate ficamos "passados" com tanta coisa, tanta informação que nos atola. Na hora que percebemos, estamos lá, presos em qualquer lugar entre o trabalho e a casa, mas e a vida, é, essa coisa(me permito nomea-la assim) que nos foi dada, ela esta ai, dentro de cada um de nós, pulsando. Mas como que cada um de nós a gasta?
Bom isso é pessoal, mas acho que em alguns pontos somos muito parecidos, gastamos com o que mais gostamos, com as pessoas que nos fazem bem, com as atitudes que nos fortalecem, claro como todo caminho temos pedras, pedregulhos, montanhas..ufa, mas também temos os meios para superar cada desafio desses para continuar gastando esse bem, essa "coisa" que somos, e que nos fazemos ser...vivos!
Não assisto mais, mas acompanho!
Bem vindo(s)..
Aqui vou deixar expresso não só ideias, mas também será um espaço comunitário onde todos terão vez.
Vamos lá?! ^^
